segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Atendimento SINSEPAR
Olá,
O SINSEPAR presta atendimento externo na sede, diariamente das 14 às 18h, e o telefone para contato: 41 - 8841.4949 com Neuralice Maina, Presidente.
Estamos em mudanças e assim que o tel. fixo for alterado informaremos.
As informações poderão tambem serem enviadas por email: sinsepar@gmail.com
As rescisões serão agendadas por email, sempre das 10 as 11h e verificar abaixo os documentos necessários:
sds, Neuralice
Documentos necessarios:
Com base no que dispõe a Instrução Normativa MTPS/SNT nº 02, de 12.03.1992 (D.O.U. de 16.03.92), e demais normas aplicáveis ao caso, as empresas ficam obrigadas a apresentar os seguintes documentos no momento da homologação:
a.Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho (TRTC) em 5 (cinco) vias;
b. Carta de Preposto (veja o modelo da carta abaixo)com assinatura reconhecida quando não vier o proprietário/sócio-administrador da pessoa jurídica;
c. Registro do Empregado em livro ou ficha ou cópia dos dados obrigatórios, quando informatizado (Portaria MTPS nº 3.626/91);
d. Extrato atualizado da conta vinculada do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS);
e. Anotação da Chave de Identificação, com letra legível, na parte superior do Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho (TRTC), acima do campo "01" (CNPJ/CEI), na via destinada ao trabalhador, obtida ao se utilizar o serviço "Comunicação Movimentação do Trabalhador", via internet, no Conectividade Social/Empregador, conforme Ministérios da Previdência Social e do Trabalho e Emprego (Portaria Interministerial nº 116/04 de 09.02.2004);
f. No caso de dispensa sem justa causa (código 01), a apresentação da Guia de Recolhimento Rescisório (GRFP) quitada e as guias de requerimento ao Seguro-Desemprego (Comunicação de Dispensa - CD e requerimento anexo);
g. Exame Médico Demissional nos termos da NR nº 07 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional;
h. Discriminativo das médias das parcelas variáveis da remuneração, quando existentes, no verso do Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho (TRTC).
i. CTPS devidamente atualizada
J. J. CÓPIA DA GRCS – Contribuição Sindical Urbana para o SINSEPAR, do período do contrato e a cópia do contrato;
k. Cópia do recolhimento da contribuição negocial para o SINSEPAR, conforme Convenção Coletiva de Trabalho (SINSEPAR/SESCAP) www.sescap-pr.org.br .
Obs: Na falta de algum ítem mencionado acima, não será homologado no SINSEPAR.FORMA DE PAGAMENTO· PAGAMENTO EM DINHEIRO: No ato da homologação.
· DEPÓSITO EM DINHEIRO: Depósito deverá ser efetuado na conta do funcionário com autenticação do caixa. Se for depósito de outra forma o funcionário também deverá apresentar o extrato constando o pagamento do mesmo.
· CHEQUE : Visado / Administrativo
· CHEQUE DA EMPRESA : Sem ser cruzado, nominal ao funcionário, desde que o mesmo esteja de acordo (trazer cópia do cheque para o sindicato).
NÃO SERÁ ACEITO CHEQUE CRUZADO OU DE TERCEIROS· TODOS OS PAGAMENTOS DEVERÃO SER EFETUADOS DENTRO DO PRAZO LEGAL DO ART.477 CLT.
Modelo da Carta de Preposto:
********PAPEL TIMBRADO DA EMPRESA *****************
********* ASSINATURA RECONHECIDA EM CARTÓRIO DO RESPONSÁVEL LEGAL
************COMPARECIMENTO DO SÓCIO É NECESSÁRIO CONTRATO SOCIAL
*************Empresas de terceirização de mao de obra favor levar a copia do contrato. ( MODELO ) CARTA DE PREPOSTO Autorizamos o(a) senhor(a):.....................................................
portador(a) do RG n.º....................e do CFP: ............................. através desta CARTA DE PREPOSTO a representar-nos junto a esse Sindicato (nome do sindicato), com o objetivo de efetivar a homologação da rescisão contratual do(a) empregado(a) abaixo mencionado(a):
Nome:
Nº CTPS Série: UF :
podendo à nossa ordem, tomar todas as medidas que se façam necessárias à efetivação da referida rescisão contratual laboral a que se refere.
Curitiba, de de 200.....
________________________ Assinatura do Empregador
Nome/Razão Social:
CARIMBO DO CNPJ CNPJ/CEI/CFP:
Registro Profissional na SRTE
Olá,
o registro profissional é a identidade do profissional de secretariado. Verifique as informações no link abaixo e por gentileza repasse essas informações para suas/seus colegas de turma.
Agradecemos,
Estamos a disposição para informações adicionais.
Neuralice Maina
Pres.SINSEPAR
41 - 8841.4949
ATENÇÃO: CAMPANHA DE REGISTRO PROFISSIONAL NA SRTE
Se você atua na profissão de Secretariado, observe que o registro profissional é obrigatório na SRTE (Leis 7377/85 e 9261/96), por gentileza dar entrada e verificar antes o procedimento e documentos necessários no site do Ministério do Trabalho:
http://portal.mte.gov.br/data/files/FF8080812C2C7051012C2C87ACA911A7/secretaria.pdf
Reflexão:
"Que não nos faltem bons sentimentos. Que nos falte egoísmo. Que nos sobre paciência. Que sejamos capazes de enxergar algo de bom em cada momento ruim que nos acontecer. Que não nos falte esperança. Que novos amigos cheguem. Que antigos sejam reencontrados. Que cada caminho escolhido nos reserve boas surpresas. Que a cada sorriso que uma criança der nos faça ter um bom dia e enxergar uma nova esperança. Que cada um de nós saiba ouvir cada conselho dado por uma pessoa mais velha. Que não nos falte vontade de sorrir. Que sejamos leves. Que sejamos livres de preconceitos. Que nenhum de nós se esqueça da força que possui. Que não nos falte fé e amor. (Caio F Abreu)
www.jornaldassecretarias.blogspot.com
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
FUTURO EDUCAÇÃO
Quer investir em seus profissionais? A Futuro Eventos ampliou sua atuação na capacitação e formação continuada de profissionais da educação, por meio da organização de Eventos Personalizados. São palestras, semanas pedagógicas, oficinas, congressos personalizados e muito mais.
Acesse http://www.futuroeventos.com.br/novo-site/eventos-personalizados.php
EVENTO INTERNACIONAL
Secretarias Ecuador
1er. Encuentro de Secretarias y Asistentes Ejecutivas (Manta) 23, 24 de marzo
http://www.wix.com/gotasdemotivacion/encuentrosecretariasmanta2012
Sorriso rentável. O sucesso das empresas depende da felicidade no trabalho
fonte: http://www.plenamulher.com.br/noticias.asp?ID_ATUAIS=3317
stoch photos
As razões que levam as pessoas ao mercado de trabalho vão muito além de um contracheque no fim do mês. Todos nós estamos em busca de um propósito, de significado para aquilo que fazemos todos os dias. Queremos ser relevantes, fazer a diferença, contribuir para um bem maior.
As pessoas passam muito tempo no trabalho e com o advento da mobilidade e da conectividade fica ainda mais difícil definir a fronteira que separa o corporativo do privado.
Se em um passado recente felicidade era um tema que pouco importava para muitas organizações, hoje, com os ambientes de trabalho cada vez mais complexos e desafiadores e com a crescente competitividade e acirrada disputa por talentos, tornou-se pauta obrigatória nas mesas de RHs, diretores e presidentes de empresas.
Não há outro caminho, só vão se sobressair nesse cenário as empresas que contarem com equipes de alta performance, trabalhando de forma alinhada e coesa. Dessa forma, temos a missão de conciliar as aspirações pessoais dos nossos funcionários com os objetivos e metas organizacionais, e de proporcionar ambientes de trabalho positivos, que fomentem a criação de relações de confiança e de cooperação.
Na Serasa Experian, há muito não falamos mais de Gestão do Clima Organizacional, pois acreditamos que esse conceito deixa de lado justamente o propósito e o significado que as pessoas encontram naquilo que fazem todos os dias. Falamos em felicidade e colocamos nosso discurso em prática.
Desenvolvemos internamente e há 18 meses implantamos uma metodologia que nos permite mensurar a felicidade dos profissionais em três esferas: na empresa como um todo, na área em que atuam e com o líder ao qual respondem.
A pesquisa é aplicada em uma amostra da população. Trimestralmente 50% da empresa é convidada a participar, respondendo a um questionário extremamente objetivo. São apenas três perguntas às quais os funcionários atribuem uma nota de zero a dez. O diferencial reside na análise qualitativa. Caso queiram, as pessoas podem comentar as suas respostas e isso tem nos permitido evoluir muito na gestão do ambiente de trabalho, endereçando e corrigindo rapidamente quaisquer desvios e também investindo mais naquilo que está dando certo.
Os resultados têm sido bastante positivos. A média geral da felicidade na empresa passa de oito, em uma escala de zero a dez, e tem se mantido estável desde a primeira edição da pesquisa. A adesão também é alta, sempre ultrapassando os 50% de participação. Fruto das ações que as pessoas percebem no dia a dia em decorrência da pesquisa.
Mas isso só é possível com o apoio da liderança. É papel dos líderes envolver as pessoas e fazer com que, de fato, se sintam parte da organização. Sejam eles líderes de um pequeno time ou de uma grande organização multinacional. Não há desempenho diferenciado em times desengajados ou desmotivados. Ao contrário, pessoas felizes são mais dedicadas, mais criativas, demonstram maior resiliência, têm mais energia e se mantêm produtivas por muito mais tempo. Existe uma relação direta e comprovada entre a felicidade dos profissionais, a satisfação dos clientes e os resultados de negócio.
Felicidade é uma questão bastante subjetiva e, como tal, permite diferentes interpretações. No contexto corporativo, felicidade não é a ausência de tristeza ou de dificuldades, nem um estado de otimismo exacerbado, mas a existência de processos capazes de criar valor para todos os públicos com os quais a empresa interage. É a existência de uma visão clara e realista do presente e, por que não, otimista, do futuro que pretendemos conquistar tanto individual como coletivamente. É o respeito e a valorização das pessoas, a excelência no atendimento ao cliente e a consciência de que responsabilidade social deve permear todos os processos da organização.
Em última instância, empresas que apoiem os profissionais na descoberta de suas potencialidades e os desafiem constantemente, proporcionem oportunidades para que possam se desenvolver e lhes ajudem a entender a importância e o impacto de seus trabalhos são as que vão dispor de times com paixão pelo que fazem e com energia o suficiente para levá-las ao próximo patamar, seja ele qual for.
Hoje, estamos convictos de que não existe forma mais clara e objetiva de preservar a confiança e prover sentido do que enfatizar que buscamos a felicidade dos nossos profissionais no trabalho e, acima de tudo, colocar esse discurso em prática.
Marília Silvério: Gerente corporativa de Comunicação Interna e Cultura Organizacional da Serasa Experian
São Paulo (SP): Longas jornadas fazem japonesas desistirem do topo
Em 1986, enquanto o mundo assistia maravilhado à economia do Japão decolar, o governo implementou uma lei de emprego que oferecia, pela primeira vez, oportunidades iguais no que diz respeito aos gêneros sexuais. Isso encorajou Machiko Osawa, uma professora da Japan Women´s University e especialista em economia trabalhista, a voltar dos Estados Unidos com seu marido americano, na esperança de que iria ver as mulheres conseguindo mais oportunidades de carreira em seu país natal.
Um quarto de século depois, a maré econômica mudou, mas as mulheres em posições elevadas na hierarquia corporativa ainda são poucas. Números do governo mostram que apenas 6,2% das mulheres que trabalham no setor privado ocupam funções como gerentes ou superiores. Embora as mulheres respondam por metade dos universitários que se formam no Japão, dentro do governo central representam apenas 2,2% dos cargos no nível de diretor ou acima, segundo dados do departamento de estatísticas do governo.
"Eu tinha esperanças", diz a professora Osawa. "Mas pouca coisa mudou. A sociedade como um todo ainda é organizada com base nos homens sendo os provedores e as mulheres tomando conta da família. Não é só a regulamentação, mas também a ideologia que desencoraja as mulheres". O gabinete do governo tem uma longa lista de metas para melhorar a igualdade. Os objetivos principais incluem ter mulheres ocupando pelo menos 10% das posições de chefia de seções no setor privado e 5% das posições no âmbito administrativo no governo central até 2015. Outras iniciativas preveem aumento de creches e melhoria no equilíbrio entre a vida no trabalho e a particular, tanto para homens quanto para mulheres.
A falta de oportunidades iguais não está prejudicando apenas a elas. O uso pleno da qualificada mão de obra feminina poderia estimular o crescimento econômico do Japão em 15%, segundo dados do banco de investimentos Goldman Sachs. Isso ajudaria um sistema previdenciário em declínio, na medida em que a população encolhe.
As longas e inflexíveis horas de trabalho de um emprego de período integral são incompatíveis com o desafio de equilibrar trabalho e vida em família - e algo bastante desmotivador para as mulheres que querem voltar a subir na carreira. Um estudo do Center for Work-Life Policy mostra que, embora 77% das mulheres queiram voltar a trabalhar, apenas 43% fazem isso, e 49% desistem por causa das perspectivas de carreira reduzidas.
Suzanne Price, que comanda uma consultoria especializada em treinamento de líderes, engajamento de funcionários e diversidade, afirma que a confiança das profissionais é minada após elas passarem anos sendo negligenciadas. "Muitas japonesas não querem assumir uma posição de comando". Além disso, as que têm habilidades com idiomas preferem as multinacionais. Isso dá a elas a possibilidade de cuidar dos filhos, trabalhando em casa pela manhã quando necessário.
A criação dos filhos é um problema enorme. Em Tóquio, as creches estatais estão sempre cheias, as listas de espera são longas e os períodos de atendimento são fixos. Regras de licenciamento rígidas significam que há um número limitado de estabelecimentos particulares. Babás e atendimento privado também não são a norma no Japão.
Yoshimi Ogawa, presidente e uma das fundadoras da Index, que desenvolve conteúdo de telefonia móvel, diz que o relógio biológico da mulher pode provocar problemas na carreira, especialmente em razão da falta de apoio externo para cuidar das crianças. "Os homens têm muita liberdade nesse aspecto", diz Ogawa, que não é mãe. "As profissionais na faixa intermediária dos 30 anos ficam preocupadas. Ter mais cinco anos para decidir se você quer ou não ter filhos seria um alívio para elas."
Os dois grandes problemas que precisam ser resolvidos são as longas, e não necessariamente produtivas, horas de trabalho e o recorde de queda na taxa de fertilidade das japonesas, afirma a professora Osawa. Isso depende, porém, da reação das companhias e do governo - além da crença de que promover um maior acesso delas a posições de comando não é algo fútil. "O sistema inteiro precisa mudar", diz. (Tradução de Mario Zamarian)
Informações do jornal Valor
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Links interessantes
http://aartedeorganizar.blogspot.com/
http://www.cantodofengshui.com/p/canto-recomenda.html
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